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quarta-feira, 22 de julho de 2009

Vagando...




Vejo o escuro da noite
Ouço o silêncio
Me perco em meus pensamentos
Esqueço do mundo
Somente o céu é sincero consigo...


*Foto
daqui

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Da varanda

...E então, me sento na varanda com o notebook no colo e escrevo...
Aqui, a trilha sonora se repete como mantra pelo som das águas que correm, dos grilos, sapos, cigarras e afins. O céu, como nunca vi tantas estrelas e a escuridão em cima do rio me meteria medo em tempos de criança.
É isso o que vejo, e ouço daqui do meu posto.
A noite tem cheiro de mato orvalhado, temperatura agradável e mosquitos, como em todo lugar no interior.
Buxixo daqui e dali. Papo vai, papo vem entre os moradores da fazenda... Causos!
Tem gente que até agora trabalha. Tem luz acesa lá embaixo no escritório e, pelo visto, não tem hora pra acabar.
Eu me deito cedo agora. O dia é longo e a agitação diurna me faz levantar da cama em um horário que não é o meu biológico. Mas não reclamo. Mudanças são sempre bem vindas.
E o que seria de nós se não fossemos capazes de nos adaptar?!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Notícias do interior

[aqui no interior
as muitas estrelas se calam
para ouvir
o cricri noturno dos grilos...]

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Fora do ar


Estou completamente desatualizada e perdida feito cego em tiroteio. Fiz o login do meu blog, vi que tem vários textos novos da turma que eu acompanho e percebi que estou sem saber de nada. Mas há uma justificativa.

Não é segredo pra ninguém que sou da noite. Prefiro a noite. Vivo feliz da minha vida trocando a noite pelo dia. Não o dia inteiro, lógico, mas troco a manhã pela noite. Explico: me adaptei com a vida noturna nos tempos de faculdade. Usava o silêncio da noite para realizar as milhares de coisas que eu tinha que fazer. À noite me concentro mais, me inspiro mais... É menos quente, menos poluído... O cara da pamonha, do gás, do jornal, do camarão, das verduras, as escolas da região (graças a Deus uma delas não existe mais), a escola de Ballet (apesar de eu gostar da música), só fazem barulho durante o dia. À noite calam-se todos. Dificilmente um latido ou o ruído de pneus cantantes na avenida. Raramente um bebê chorando. Quase nunca senhores(as) tossindo. Até as festas nas redondezas nunca duram até a madrugada...

O horário que escolhi para dormir também é ótimo, silêncio sepulcral: 4:30. Nem claro, nem escuro. Não há mais nada acontecendo. Já estão todos em suas casa e eu posso dormir tranquila. Durmo as mesmas 8 horas que todos deveríamos dormir; acordo às 12:30. Há dias que mais tarde, outros, que mais cedo. E acordo descansada, satisfeita.

Segue-se à luz do sol uma tarde agitada. Muitos afazeres: almoçar, ver os horários de bancos e lotéricas para pagar as contas, aulas particulares e de natação, agito, agito, agito... Sem a luz do sol, vou jantar, ver House, internet, escrever, internet, ler... Madrugada: lanche, ler, estudar, estudar, ler ou às vezes ver um bom filme. Vai chegando a hora e o sono vem pontual.

Esses dias (quinta e sexta) dei um help para minha amiga Ju Rabinovitz no evento (Closet - da foto aí do lado) que ela e as meninas da Andromeda organizaram para expor os seus produtos (roupas e acessórios). Como o evento começava às 18 hrs., ficou difícil manter a rotina. Por esse motivo, fiquei esses dias sem internet e, como nos fins de semana tenho tentado evitar o notebook, estou mesmo desatualizada, perdida...

Aos poucos vou me colocando a par dos eventos daqui. Visitar meus amigos de Blog (Bernardo, Maria, Janaína, Aeronauta, Personagem, Edu, Lu, Lua, Paulinha...) e saber das últimas.

Prometo usar minhas madrugadas para manter o meu blog e manter minhas visitas que eu amo.

Prometo não ficar mais fora do ar.